Houve um tempo em que ele riria
Pois não era sonho, eram nuvens de sonhos,
Travesseiros de poesia.
Poeira tardia, numa estrada que custa a se desenrolar.
Um céu escuro, uma doença vazia,
A calma doentia que teima em nos esperar.
Ao recostar a cabeça num esboço de ilusão,
Num ímpeto de razão ele divagou sobre o amor.
Numa ùnica tarde morreu de dor.
Renasceu a cada dia e foi ao léu,
Na pressa de se encontrar ele se perdeu,
Esqueceu ironicamente de si mesmo.
Não sou eu quem chora o choro dos incompreendidos,
A solidão é uma voz que canta,
Enquanto nos sonhos ainda somos preteridos.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Adorei, especialmente: A solidão é uma voz que canta, enquanto nos sonhos ainda somos preteridos...Lindo, triste e intenso, disse tudo Poeta...Aplausos !
ResponderExcluir