Ao recomeçar o dia, com seu contentamento,
Quero devotar-me plenamente, e abrir a porta da casa
Deixar o que penso reencontrar cada momento,
Sorver das partículas o ar de cada palavra,
Respirar pelos olhos, como faço sem mesmo querer,
Quando espero prover cada oportunidade,
Permitindo-me somente em seu lugar perceber,
Num pequeno gesto do seu olhar a busca da felicidade,
Dizer que a poesia não pertence às palavras, e virtudes,
Não podem ser folhas mudas de um pedaço de papel,
Assim como sua melodia, são partes da plenitude,
Explicitas em cada sofrimento, espalhadas pelo céu,
Ou nas mazelas da alegria, descritas por um coração,
Como nuvens sopradas pelo vento podem ser inocentes ,
Algo bem maior que o próprio infinito; com discrição,
Pode então Deus absorver algo de que o poeta se ressente.
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