Seja bem vinda a minha poesia,
Como a dor para quem sofre,
Amor, solidão, e nostalgia,
A mistura do caldo congruente,
Voltei a caverna,
Onde escrevi nas paredes,
Uma breve mensagem,
Rabiscada, pintada a mão,
Quando tateio na escuridão,
Sinto meu sangue como tinta,
Embora não tenha receio,
Que seja a morte de tudo ,
Quando se dissipa na energia
Para ser o alimento.
Depois disso, há de entender que
Nem o tempo será o mesmo.
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