Prometo amar-te docemente,
Plenamente, em minha decisão de acompanhar-te,
E antes, com a paixão de quem ama,
Revertendo a corrente que flui em meu peito,
Quero estar refeito ao viver nas linhas de um soneto,
E amar demais , até inconsciente,
Acordar pelas manhãs sem ter que jamais,
Pedir perdão por te amar,
Pois meu coração clama, um desejo perdido,
Não existe razão para sonhar, num mundo substancial,
Onde as palavras tem a noção do meu carinho,
Sobre o amor que tive um dia. a pretensão de lhe dar.
Não mais que um grão escolhido na areia,
Segue o fluxo em minha veia, um rio vertendo sozinho,
Como lágrimas na chuva se perdem no interior da vontade,
Vou estar em casa para ver o tempo passar.
Observando todas as estações dentro e fora de mim,
Para que nunca, nada jamais seja enfim,
A renovação que uma vida inteira necessita,
Enquanto à porta, entreaberta, o tempo bate querendo entrar.
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