domingo, 27 de setembro de 2009

Ouve O Que Existe

Ouve o que existe, e então,
Abre uma janela, eu abrirei a minha,
Vi que as nuvens corriam ,
Carregadas, para o horizonte.

Já havia chuva nas poças,
E muitas lágrimas nos vendavais,
Quando o vento se anunciava ruidoso,
Saiba que nunca é tarde demais,

Entretanto a tempestade se escondeu,
Atrás de um monte,
Tão rápido quanto chegou,
Trazendo uma gravidez lasciva,

Com isso um dia brando e luminoso nasceu,
Cheio da vontade dos pedintes,
Realizando seus desejos,
A mesma tormenta que infesta os sonhos,

Daqueles homens que choram...
Há os que riem, porém,
A desgraça está no coração dos incapazes,
Os que não compreendem a vida.

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